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sexta-feira, 7 de setembro de 2012
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FONTE :GOSPEL PRIME
“O tempo de cantar chegou” é o novo álbum de Shirley Carvalhaes
O primeiro CD da cantora Shirley Carvalhaes pela Sony Music já está pronto e deve ser lançado na segunda quinzena de agosto. O álbum que marca seus 35 anos de ministério recebeu o título de “O tempo de cantar chegou” e vem com 13 faixas inéditas.
A produção desse álbum aconteceu em um período onde a cantora esteve bastante doente e cada canção escolhida ministrou o seu coração. “Deus me tocou profundamente em todo o tempo em que me dediquei a este projeto. Tive sérios problemas de saúde nestes últimos tempos e vivi dia a dia na dependência dos cuidados de Deus. Foram dias de profunda intimidade com Ele e cada canção falou profundamente ao meu coração. Estou vivendo um novo momento em minha vida em que estou valorizando cada dia, cada amizade, cada conquista”, disse ela.
O resultado final vem mesclando canções pentecostais, com estilo sertanejo, forró, louvor e adoração e ainda uma canção romântica que encerra o CD. Vale destacar também a participação especial do cantor Leonardo Gonçalves que participa da faixa “Primavera” cantando e narrando um texto em hebraico.
A gravadora já decidiu a canção de divulgação desse álbum que será a faixa “Esse Adorador” e a expectativa é que o CD já receba o Disco de Ouro nas primeiras semanas de lançamento.
“Este, sem dúvida, é um dos nossos grandes lançamentos do ano! O CD da Shirley vem sendo aguardado pelos lojistas e pelos consumidores de todo o Brasil. Creio que teremos um Disco de Ouro já nas primeiras semanas de lançamento.”, comentou Sidnei Gomes, gerente comercial da Sony Music
SHIRLEY CARVALHAES VEM AI COM FORÇA
domingo, 2 de setembro de 2012
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
Os Sinais e Maravilhas da Mentira
Mas como diz o título deste artigo, Satanás é capaz de realizar qualquer milagre que Deus permita que ele realize. As Escrituras descrevem várias situações em que Satanás fez algumas coisas impressionantes; a relação a seguir é apenas um exemplo:
- Manipulou os sabeus e os fez matar os servos de Jó e tomar todo o seu gado [Jó 1:14-15].
- Convenceu um dos servos de Jó que era "fogo de Deus" que desceu do céu e matou as ovelhas e os pastores [Jó 1:16].
- Manipulou os caldeus e os levou a roubar os camelos de Jó e a matar os tratadores deles [Jó 1:17].Matou todos os filhos de Jó (sete filhos e três filhas) por meio do controle do clima [Jó 1:19].
- Miraculosamente apareceu a Jesus no deserto e o tentou a agir de forma contrária à vontade do Pai Celestial. [Mateus 4:1-11].
- Miraculosamente transportou Jesus a Jerusalém e "colocou-o sobre o pináculo do templo" [Mateus 4:5].
- Miraculosamente transportou Jesus "a um monte muito alto" [Mateus 4:8].
O livro do Apocalipse nos diz dos milagres que Satanás realizará durante o Período da Tribulação — tais como fazer "descer fogo do céu à terra, à vista dos homens" [Apocalipse 13:13] e curar a chaga mortal da besta [Apocalipse 13:3]
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Assim, apenas com essas ocorrências todos podemos ver que Satanás pode controlar o clima, fazer fogo cair do céu, e provocar e curar enfermidades! E se ele pôde aparecer de repente e manter um diálogo com Eva e com o Senhor Jesus Cristo — certamente pode causar visões, sonhos, e "profecias" que muito estão convencidos que vêm do próprio Espírito Santo!
No Velho Testamento, Israel foi tirado do Egito por Deus, que falava aos israelitas por meio de Moisés e operava milagres para chamar a atenção do povo. Eles eram escravos ignorantes e os milagres autenticavam aquilo que a maioria deles era incapaz de discernir intelectualmente. Então, após Moisés, Deus continuou a usar os profetas para falar em seu nome ao povo. Em algumas situações, os ministérios dos profetas era validado à vista do povo por meio dos milagres. No entanto, à medida que a Palavra escrita de Deus foi sendo copiada e aumentada em importância, os milagres decresceram proporcionalmente. Por quê? Porque o salmista diz:
Assim, ao tempo de Malaquias, Israel não testemunhava um milagre havia vários séculos! O cânon das Escrituras do Velho Testamento estava concluído. Então quatro outros séculos se passaram antes de o ministério do Senhor Jesus Cristo ser autenticado por um retorno dos milagres. O ministério terreno de Jesus foi pontuado por milagres, e então Sua noiva, a igreja, nasceu entre sinais e maravilhas do Espírito Santo — para levar os israelitas segundo a carne a verem Jesus como seu longamente aguardado Messias. Eles foram levados para fora do Egito por vista — por meio dos milagres — e finalmente Deus usou os milagres para levá-los a Cristo. Mas à medida que a Palavra escrita foi sendo copiada e cresceu em importância, os milagres novamente decresceram proporcionalmente até que finalmente cessaram de todo!
"O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá." [1 Coríntios 13:8].
"Porque andamos por fé, e não por vista." [2 Coríntios 5:7].
Hoje, alguns do povo de Deus estão convencidos que o Espírito Santo os está dirigindo e os milagres estão sendo demonstrados em toda a oportunidade, mas posso ser ousado e apontar que a próxima coisa no calendário profético de Deus é o Período da Tribulação, e não o Reino Milenar de Jesus Cristo? Portanto, pare e considere como Deus usou os milagres no passado (e até desconsidere o fato que o propósito principal era para o benefício de Israel) para levar Seu povo a algo bom! Amigo, não há nada de bom com aquilo que o Diabo tem reservado para este mundo e você precisa questionar a origem dos "milagres" que está testemunhando.
Autor: Pr. Ron Riffe
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As Pragas e Seu Significado
As Pragas e Seu Significado
A praga das Rãs (Ex 8:1-15). Esta praga estava relacionada à deusa da fertilidade que atuava na terra, na lavoura, nos animais. Para os egípcios, as rãs também representavam deuses. Deus manifesta juízo sobre mais um deus estranho.
A praga dos animais (Ex 9:1-12). Os egípcios também adoravam os animais, os touros, as vacas para eles eram sagradas. Eles criam que esses animais eram protetores do Egito. Quando Deus enviou essa praga sobre os animais, não foi com o objetivo de punir os animais, mas para mostrar que os animais não eram deuses. Logo, mais um conceito pagão foi destruído.
A praga das trevas (Ex 10:21-29). O povo também adorava o deus Rá, que era o deus sol. Deus fez com que o sol desaparecesse, e houve três dias de trevas. Mais uma vez o nome de Deus glorificado diante dos falsos deuses.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Em nome do futuro, Rio destrói o passado
Em nome do futuro, Rio destrói o passado
Rio de Janeiro – As Olimpíadas de Londres terminaram no domingo, mas a batalha pelos próximos jogos mal começou no Rio, onde se espalham manifestações contra o despejo ilegal de alguns dos moradores mais pobres da cidade. Na verdade, as Olimpíadas do Rio parecem trazer em si a chance de aumentar a desigualdade numa cidade já famosa por essa característica.
No mês passado, a Unesco concedeu a uma boa parcela da cidade do Rio de Janeiro o status de Patrimônio Mundial da Humanidade, uma área que inclui alguns de seus morros e favelas, nos quais moram mais de 1,4 milhão dos seis milhões de habitantes da cidade. Nenhuma outra favela pode afirmar ter maior importância histórica do que a primeira do Rio, no Morro da Providência, embora a construção de projetos olímpicos ameace seu futuro.
A favela do Morro da Providência começou a se formar em 1897 quando veteranos da sangrenta guerra de Canudos, no nordeste brasileiro, ouviram a promessa de ganhar terrenos no Rio de Janeiro, então a capital federal. Após chegarem, eles descobriram que tais terras não existiam. Após acamparem na frente do Ministério da Guerra, os soldados foram transferidos para um morro nas redondezas, de propriedade de um coronel, embora nenhum deles tenha recebido a escritura da terra.
Originalmente chamado 'Morro da Favela' por causa da favela, planta espinhosa típica dos morros de Canudos onde os soldados passaram muitas noites, a Providência cresceu no começo do século XX à medida que escravos libertos se juntavam aos soldados. Também chegaram imigrantes europeus, pois era a única maneira barata de morar perto do trabalho, no centro e no porto da cidade.
Com vista para o local onde centenas de milhares de escravos africanos chegaram ao Brasil, a Providência faz parte de um dos pontos culturais mais importantes da história afro-brasileira, onde foram compostos os primeiros sambas comerciais, tradições como a capoeira e o candomblé floresceram e o Quilombo Pedra do Sal foi fundado. Hoje em dia, 60 por cento de seus moradores são afro-brasileiros.
Mais de um século após sua criação, a Providência ainda traz dentro de si as marcas culturais e físicas de seus primeiros residentes. Porém, isso agora é ameaçado pela destruição em nome de melhorias para as Olimpíadas. Quase um terço da comunidade deve ser demolido, decisão que inevitavelmente vai desestabilizar o que restar dela.
Até meados de 2013, a Providência terá recebido R$ 131 milhões em investimentos do setor privado para revitalizar a área portuária do Rio, contando com teleférico, um bonde funicular (com tração por cabos) e ruas mais largas. Intervenções anteriores da Prefeitura no sentido de melhorar a comunidade reconheceram sua importância histórica, mas os projetos de agora não têm tal intenção.
Embora a Prefeitura alegue que os investimentos vão beneficiar os moradores, 30 por cento da população da comunidade já foram selecionados para remoção e as únicas 'reuniões públicas' realizadas serviram para informar os residentes de seu destino. As casas são marcadas com spray durante o dia com as iniciais da Secretaria Municipal da Habitação e um número identificador. Os moradores voltam para casa e descobrem que os lares serão demolidos, sem aviso do que acontecerá nem quando.
Uma caminhada rápida pela comunidade revela a assustadora situação de incerteza vivida pelos moradores. No topo do morro, cerca de 70 por cento das casas foram marcadas para despejo; uma área supostamente destinada a se beneficiar dos investimentos em transporte que estão sendo realizados. Contudo, o bondinho de luxo vai transportar de mil a três mil pessoas por hora durante as Olimpíadas. Os beneficiados serão os investidores, não os residentes.
Os moradores do Morro da Providência estão com medo. Somente 36 por cento deles têm documentos comprovando o direito à propriedade; em outras favelas, essa parcela sobe para 70 por cento ou 95 por cento. Num índice mais elevado do que em outras comunidades pobres, os residentes estão bastante desinformados quanto a seus direitos e aterrorizados com a perda dos lares.
Some-se a isso a abordagem 'dividir para conquistar' da Prefeitura, pela qual os moradores são confrontados individualmente para assinar a realocação, sem direito a negociações envolvendo a comunidade como um todo, e a resistência foi verdadeiramente esmagada.
A pressão de grupos em defesa dos direitos humanos e da imprensa internacional tem ajudado, mas os despejos brutais continuam, bem como formas novas e mais sutis de remoção. Como parte do plano de revitalização da zona portuária, as autoridades declararam os 'reassentamentos' como sendo do interesse dos residentes, pois estes moram em 'áreas de risco' nos quais podem ocorrer deslizamentos e, também, porque reduzir o adensamento é necessário para melhorar a qualidade de vida.
Entretanto, existem poucos indícios de risco de deslizamento de terra ou de superlotação perigosa; 98 por cento das casas do Morro da Providência são feitos de concreto e tijolos robustos e 90 por cento têm mais de três cômodos. Além disso, um estudo importante de engenheiros locais mostrou que os fatores de risco anunciados pela Prefeitura foram estudados de forma inadequada e imprecisa.
Se o Rio tiver sucesso em desfigurar e desmantelar sua favela mais história, está aberto o caminho para mais destruição pelas centenas de outras da cidade.
Os impactos econômicos, sociais e psicológicos dos despejos são medonhos: as famílias são levadas para unidades isoladas nas quais perdem acesso aos enormes benefícios econômicos e sociais da cooperação comunitária, à proximidade do trabalho e às redes de contato, sem mencionar os investimentos de gerações nos seus lares.
O Rio está se transformando num parquinho para os ricos, e a desigualdade é a mãe da instabilidade. Em termos econômicos, seria muito mais interessante investir em melhorias urbanas que as comunidades ajudem a formatar por meio de um processo democrático participativo.
No fim das contas, isso robusteceria a economia carioca e melhoraria sua infraestrutura, além de reduzir a desigualdade e fortalecer a população afro-brasileira, ainda hoje marginalizada.
(Theresa Williamson, editora de RioOnWatch.org, fundou a Comunidades Catalisadoras, grupo que atua em defesa das favelas. Maurício Hora, fotógrafo, dirige o programa Favelarte na favela do Morro da Providência.)
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Fonte:MSN DIVULGADORA ;REVISTA ACPRODARTE NEWS
