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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
ACPRODARTE NEWS BRASIL: DIVULGUE CONOSCO NA ACPRODARTE NEWS BRASIL
ACPRODARTE NEWS BRASIL: DIVULGUE CONOSCO NA ACPRODARTE NEWS BRASIL: Descubra o preço para anunciar no site G1 da Globo Você é empresário, administrador, empreendedor ou até mesmo um blogueiro e necessit...
NESTE NATAL E ANO NOVO OUÇAM TODOS DEUS CAPACITARÁ OS ESCOLHIDOS CREIAM
DEUS CAPACITA OS
ESCOLHIDOS
Conta certa lenda, que estavam duas crianças
patinando num lago congelado.
Era uma tarde nublada
e fria as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou .A outra, vendo seu amiguinho preso
e se congelando, tirou um dos patins
e começou a golpear o gelo com todas
as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram
e viram o que havia acontecido,
perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso?
É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo,
sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis! Nesse instante, um ancião
que passava pelo local,
comentou:
- Eu sei como ele conseguiu. Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como?
- É simples - respondeu o velho.
Conta certa lenda, que estavam duas crianças
patinando num lago congelado.
Era uma tarde nublada
e fria as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou .A outra, vendo seu amiguinho preso
e se congelando, tirou um dos patins
e começou a golpear o gelo com todas
as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram
e viram o que havia acontecido,
perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso?
É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo,
sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis! Nesse instante, um ancião
que passava pelo local,
comentou:
- Eu sei como ele conseguiu. Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como?
- É simples - respondeu o velho.
MORAL DESSA HISTÓRIA – ‘’Não havia ninguém ao seu
redor, para lhe dizer que não seria capaz."
Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados,
CAPACITA OS ESCOLHIDOS.
Fazer ou não fazer algo só depende
de nossa vontade e perseverança. Pense nisso!
Confie... As coisas acontecem na hora certa.
Exatamente quando devem acontecer!
Momentos felizes, louve a Deus.
Momentos difíceis, busque a Deus. Momentos silenciosos, adore a Deus.
Momentos dolorosos, confie em Deus. Cada momento, agradeça a Deus.
JESUS TE CONCEDA e que Ele te der um..
FELIZ NATAL,
Um grande abraço.
Pr.Nelson
CAPACITA OS ESCOLHIDOS.
Fazer ou não fazer algo só depende
de nossa vontade e perseverança. Pense nisso!
Confie... As coisas acontecem na hora certa.
Exatamente quando devem acontecer!
Momentos felizes, louve a Deus.
Momentos difíceis, busque a Deus. Momentos silenciosos, adore a Deus.
Momentos dolorosos, confie em Deus. Cada momento, agradeça a Deus.
JESUS TE CONCEDA e que Ele te der um..
FELIZ NATAL,
Um grande abraço.
Pr.Nelson
Decreto estabelece cota mínima para exibição de filmes nacionais
Em 2012, os cinemas de todo o país terão que exibir entre três e 14
diferentes filmes nacionais de longa metragem por um tempo mínimo que
varia conforme o número de salas em funcionamento. A cota mínima de
exibição consta do Decreto 7.647, assinado pela presidente Dilma
Rousseff e publicado hoje no Diário Oficial da União. Regulamentada pela
Agência Nacional de Cinema (Ancine), a chamada Cota de Tela é um
instrumento legal adotado por vários países com o objetivo de promover a
competitividade e a sustentabilidade da indústria cinematográfica
nacional.
Fonte:Agência Brasil
Receita Federal faz maior apreensão de produtos falsificados da história
A Alfândega do Porto de Itajaí, unidade da Receita Federal em Santa
Catarina (SC), fez a retenção de cerca de 260 toneladas (13 contêineres)
de produtos falsificados de marcas conhecidas como Nike, Armani, Dolce
& Gabanna, Adidas, Ray Ban, Puma, Tommy Hilfiger, Chanel, Mormaii,
Oakley, Louis Vuitton, entre outras. De acordo com
levantamento realizado pela Receita Federal, trata-se da maior
apreensão de produtos falsificados da história, em número de
contêineres, em uma única operação do órgão. Os produtos, dentre eles,
relógios, camisas, bermudas, tênis, óculos, ternos e bolsas vieram da
China e seriam distribuídos em todo o território nacional.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Lei Rouanet se aproxima do fim aos 20 anos
Nesta
sexta-feira (23), a Lei Rouanet completa 20 anos prestes a ser
revogada. Em duas décadas de elogios e críticas, a Lei Federal de
Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91) captou R$ 9,129 bilhões, via
abatimento de até 6% do Imposto de Renda. Será substituída pelo projeto
do governo que cria o Procultura (PL 6.722/10) e já foi aprovado na
Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados.
O
objetivo do Procultura é promover mais equilíbrio, pois o sistema
atual, em que empresas escolhem as produções que patrocinam, é acusado
de privilegiar o eixo Rio-São Paulo e artistas que têm maior projeção.
Nesses 20 anos, o Sudeste ficou com 80% da verba. Sul, Nordeste,
Centro-Oeste e Norte, com 10%, 6%, 3% e 1%.
-
Realmente é preciso que a lei passe por uma revisão, mas isso não quer
dizer que ela não funcione - alega o secretário de Fomento e Incentivo
do Ministério da Cultura, Henilton Menezes.
O
Procultura deve destinar 20% da renúncia fiscal ao Fundo Nacional de
Cultura, para que o governo decida onde, como e quando investi-lo. Uma
das ideias é que cada estado receba pelo menos 2% do fundo. A
expectativa é que o Procultura entre em vigor não antes de 2013, já que
mudanças na arrecadação de impostos só podem passar a valer no ano
fiscal subsequente.
Menezes considera
injustas as críticas ao patrocínio para artistas famosos e argumenta
que a Lei Rouanet foi criada para todos. Ele acrescenta que o cenário
cultural hoje é completamente diferente de 20 anos atrás e ressalta o
resgate de patrimônios como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Dois perfis
O economista Bruno Amaro, sócio-diretor da Mona Estratégia Cultural, enxerga dois perfis de patrocinadores: os que preferem o marketing imediato
porque têm o grande público como cliente (bancos, operadoras de
celular, lojas de varejo) e os que pensam mais em imagem institucional,
porque trabalham com infraestrutura (construtoras, montadoras de
automóveis).
- O mercado ainda está imaturo
para mudar. Hoje a Lei Rouanet financia metade dos projetos culturais no
país - acredita Amaro, que intermedeia a relação entre produtores e
patrocinadores.
A Meritor, empresa do setor de autopeças, prioriza a responsabilidade social quando usa a Lei Rouanet.
-
A lei permite conciliar exposição da marca e contribuição com as
comunidades onde a gente atua - explica o gerente de Marketing, Luis
Maurício Marques.
Este ano, a Meritor
patrocinou o Núcleo Sebastian, que atende 80 crianças com aulas de dança
em Osasco (SP) e eventos de grande público, como o filme O homem do futuro, com Wagner Moura e Alinne Moraes.
-
A ideia não é obter retorno financeiro, tem que acreditar que o
investimento social é interessante para todos - afirma Marques.
Márcio Maturana / Jornal do Senado FONTE : http://www.senado.gov.br/noticias/
20/12/2011 - 19h59
Aprovado projeto que reconhece música 'gospel' como manifestação cultural
Em votação simbólica nesta terça-feira (20), o Plenário do Senado aprovou o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 27/2009, que altera a Lei Rouanet (Lei 8.313/1991) para reconhecer como manifestação cultural a música gospel e os eventos relacionados ao estilo.
O termo gospel,
uma contração dos termos ingleses "God spell", ou "fala de Deus",
denomina o estilo musical de composições feitas para expressar a fé
cristã. Pela proposição aprovada, do ex-deputado Robson Rodovalho, a
música gospel passa a ser reconhecida como parte da cultura
contemporânea brasileira, o que permite que pessoas e entidades que
lidam com esse estilo possam receber apoio financeiro de empresas por
meio de mecanismos de incentivo.
Na justificação do projeto, o autor do projeto destacou que a música gospel,
oriunda da tradição norte-americana, tem se disseminado no Brasil, em
eventos de grande porte que contam com a participação de parcela
significativa de jovens.
No Senado, o projeto
recebeu parecer favorável nas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e
de Educação, Cultura e Esporte (CE). A proposta, sem emendas, foi votada
em regime de urgência atendendo a requerimento da senadora Ana Amélia
(PP-RS), subscrito por outros senadores.
Paulo Cezar Barreto / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
O SIGNIFICADO NATAL EVANGELICO OU BIBLICO
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NATAL
O homem está totalmente integrado ao meio em que vive, a conseqüência é a absorção de costumes e práticas comuns a todos; principalmente, quando se trata de uma comemoração tão "bela" e na qual as emoções vêem à tona. Verdadeiramente é muito difícil aceitarmos qualquer informação que vá de encontro a esta festividade, nossa tendência inicial é rejeitar tais ensinamentos, taxando-os de inconsistentes ou originado em mentes de "pessoas que querem ser santas demais". Mas é fato! Ao contrário do que muitos pensam o NATAL não é uma festa originalmente cristã. As fontes pesquisadas apresentam várias versões retratando o surgimento dos símbolos natalinos, porém, todos possuem um ponto em comum, a origem pagã! A introdução desta comemoração na igreja cristã surgiu no catolicismo, por volta do século IV, a idéia era "abafar” o paganismo, cristianizando com uma boa maquiagem as celebrações comuns aos povos pagãos.
A palavra natal em inglês é christmas, a união de duas palavras, christ emass que significa missa de Cristo ou missa de natal.
O dia 25 de dezembro foi escolhido porque coincidia com os festivais pagãos que celebravam a: 1)saturnália e o 2) solstício de inverno, em adoração ao deus-sol 3) sol invictus. Este festival de inverno era chamado à natividade do sol. A festa solar do natalis invicti (natividade do sol inconquistado) era celebrada em 25 de dezembro.
A prática de trocar presente era, segundo nos informa Tertuliano, parte dasaturnália. Não há nada de errado em dar presente; os israelitas davam presentes uns aos outros em tempos de celebração (Et 9:22). Mas alguns têm procurado ligar os presentes de natal com aqueles que Jesus recebeu dos magos, porém, não há qualquer correspondência entre as duas situações.
A árvore de natal tem suas origens no paganismo. Segundo uma fábula babilônica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto. O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os egípcios era a palmeira, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a saturnália. O deus escandinavo odim era crido como um que dava presentes especiais na época de natal àqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado. Em inúmeras passagens bíblicas a árvore é associada à idolatria e a adoração falsa: “Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e Postes-ídolo no alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes” (1Rs 14:23). ‘Não estabelecerá Postes-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti” (Dt.16:21). Portanto a árvore de natal recapitula a idéia da adoração de árvore, sendo que castanhas e bolas simbolizam o sol.
A fim de justificar a celebração do natal muitos tentaram identificar os elementos pagãos com símbolos bíblicos. Jesus, por exemplo, foi identificado com o deus-sol. Tertuliano teve que assegurar que o sol não era o Deus dos cristãos, e Agostinho denunciou a identificação herética de Cristo com o sol.
É bom lembrarmos das advertências do profeta: “Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice com machado; com prata e ouro o enfeitam, com pregos e martelos o fixam, para que não oscile” (Jr 10:3,4).
Com o passar do tempo muitos outros costumes foram sendo introduzidos nas festividades do natal. O papai Noel, por exemplo, é uma representação de São Nicolau, um santo da igreja católica romana. O presépio foi inserido por São Francisco.
Não devemos jamais nos esquecer que como cristãos verdadeiros somos ordenados a comemorar a morte de Cristo, sua ressurreição e sua vinda (1Co 11:25,26). Em nenhum lugar das Escrituras é ordenado aos cristãos que comemorassem o nascimento de Cristo. Talvez porque o nascimento de Cristo é um fato histórico aceito por todos os homens, é algo que ninguém se opõe. Não é assim porém com relação a sua ressurreição. Todos comemoram o nascimento de Cristo, mas somente os cristãos comemoram a sua ressurreição. Devemos ainda lembrar que acerca de Jesus, identificado na pessoa de Melquisedeque, se diz que era "...sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência..."(Hb.7:3).
Em todos os períodos da história da cristandade uma minoria de líderes eclesiásticos tem se colocado contra a observância do natal. Uns ou mais fatores está relacionado a essa oposição: (1) uma rejeição da autoridade eclesiástica na sua tentativa de estabelecer dias oficiais de festas dos quais o natal é um; (2) uma objeção às bebidas, festas e imoralidade associadas às festividades do natal em todos os períodos da história; (3) as associações antigas e contínuas entre o natal e as idéias e práticas religiosas pagãs.
Amados do Senhor, é tempo de rejeitarmos todo e qualquer sincretismo no seio do Povo Eleito, fechando todas as brechas que o inimigo astutamente consegue abrir no coração da igreja; e para que isto aconteça passos de fé e desprendimento precisam ser dados, eliminando todo e qualquer canal, por mais belo que seja, idealizado pelo inimigo de nossas almas e empurrado como lixo para dentro das vidas.
Saiba adorar a Deus em "espírito e verdade!” · Devemos honrar o Senhor todos os dias do ano, inclusive, no dia simbolicamente dedicado ao Seu nascimento. Mas, sou profundamente contrário à importação de costumes e práticas sabidamente anti-bíblicas.
Pr Elias de Oliveira.
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NATAL
O homem está totalmente integrado ao meio em que vive, a conseqüência é a absorção de costumes e práticas comuns a todos; principalmente, quando se trata de uma comemoração tão "bela" e na qual as emoções vêem à tona. Verdadeiramente é muito difícil aceitarmos qualquer informação que vá de encontro a esta festividade, nossa tendência inicial é rejeitar tais ensinamentos, taxando-os de inconsistentes ou originado em mentes de "pessoas que querem ser santas demais". Mas é fato! Ao contrário do que muitos pensam o NATAL não é uma festa originalmente cristã. As fontes pesquisadas apresentam várias versões retratando o surgimento dos símbolos natalinos, porém, todos possuem um ponto em comum, a origem pagã! A introdução desta comemoração na igreja cristã surgiu no catolicismo, por volta do século IV, a idéia era "abafar” o paganismo, cristianizando com uma boa maquiagem as celebrações comuns aos povos pagãos.
A palavra natal em inglês é christmas, a união de duas palavras, christ emass que significa missa de Cristo ou missa de natal.
O dia 25 de dezembro foi escolhido porque coincidia com os festivais pagãos que celebravam a: 1)saturnália e o 2) solstício de inverno, em adoração ao deus-sol 3) sol invictus. Este festival de inverno era chamado à natividade do sol. A festa solar do natalis invicti (natividade do sol inconquistado) era celebrada em 25 de dezembro.
A prática de trocar presente era, segundo nos informa Tertuliano, parte dasaturnália. Não há nada de errado em dar presente; os israelitas davam presentes uns aos outros em tempos de celebração (Et 9:22). Mas alguns têm procurado ligar os presentes de natal com aqueles que Jesus recebeu dos magos, porém, não há qualquer correspondência entre as duas situações.
A árvore de natal tem suas origens no paganismo. Segundo uma fábula babilônica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto. O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os egípcios era a palmeira, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a saturnália. O deus escandinavo odim era crido como um que dava presentes especiais na época de natal àqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado. Em inúmeras passagens bíblicas a árvore é associada à idolatria e a adoração falsa: “Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e Postes-ídolo no alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes” (1Rs 14:23). ‘Não estabelecerá Postes-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti” (Dt.16:21). Portanto a árvore de natal recapitula a idéia da adoração de árvore, sendo que castanhas e bolas simbolizam o sol.
A fim de justificar a celebração do natal muitos tentaram identificar os elementos pagãos com símbolos bíblicos. Jesus, por exemplo, foi identificado com o deus-sol. Tertuliano teve que assegurar que o sol não era o Deus dos cristãos, e Agostinho denunciou a identificação herética de Cristo com o sol.
É bom lembrarmos das advertências do profeta: “Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice com machado; com prata e ouro o enfeitam, com pregos e martelos o fixam, para que não oscile” (Jr 10:3,4).
Com o passar do tempo muitos outros costumes foram sendo introduzidos nas festividades do natal. O papai Noel, por exemplo, é uma representação de São Nicolau, um santo da igreja católica romana. O presépio foi inserido por São Francisco.
Não devemos jamais nos esquecer que como cristãos verdadeiros somos ordenados a comemorar a morte de Cristo, sua ressurreição e sua vinda (1Co 11:25,26). Em nenhum lugar das Escrituras é ordenado aos cristãos que comemorassem o nascimento de Cristo. Talvez porque o nascimento de Cristo é um fato histórico aceito por todos os homens, é algo que ninguém se opõe. Não é assim porém com relação a sua ressurreição. Todos comemoram o nascimento de Cristo, mas somente os cristãos comemoram a sua ressurreição. Devemos ainda lembrar que acerca de Jesus, identificado na pessoa de Melquisedeque, se diz que era "...sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência..."(Hb.7:3).
Em todos os períodos da história da cristandade uma minoria de líderes eclesiásticos tem se colocado contra a observância do natal. Uns ou mais fatores está relacionado a essa oposição: (1) uma rejeição da autoridade eclesiástica na sua tentativa de estabelecer dias oficiais de festas dos quais o natal é um; (2) uma objeção às bebidas, festas e imoralidade associadas às festividades do natal em todos os períodos da história; (3) as associações antigas e contínuas entre o natal e as idéias e práticas religiosas pagãs.
Amados do Senhor, é tempo de rejeitarmos todo e qualquer sincretismo no seio do Povo Eleito, fechando todas as brechas que o inimigo astutamente consegue abrir no coração da igreja; e para que isto aconteça passos de fé e desprendimento precisam ser dados, eliminando todo e qualquer canal, por mais belo que seja, idealizado pelo inimigo de nossas almas e empurrado como lixo para dentro das vidas.
Saiba adorar a Deus em "espírito e verdade!” · Devemos honrar o Senhor todos os dias do ano, inclusive, no dia simbolicamente dedicado ao Seu nascimento. Mas, sou profundamente contrário à importação de costumes e práticas sabidamente anti-bíblicas.
Pr Elias de Oliveira.
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FONTE :BLOG SEM NEXO
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